Confira a coluna de Jailson Teixeira desta semana

PONTUANDO

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O setor de imprensa da Prefeitura de Imbituba, sob a responsabilidade da jornalista Daniellen Doyll, vem se destacando pela agilidade e constância na divulgação das informações oficiais do município. A equipe tem alimentado as redes sociais com notícias e avisos importantes, aproximando a população das ações da administração municipal. Um exemplo é o Instagram da Prefeitura, que agora conta com um botão “Licitação”, direcionando os cidadãos diretamente para a página oficial, facilitando o acesso às informações. Esse trabalho reforça o compromisso do prefeito Michel Nunes em manter um governo transparente, como prometido em campanha. A comunicação clara e acessível tem sido um dos pontos fortes da atual gestão, aproximando governo, imprensa e comunidade.

POBREZA

Quem circula apenas pelas áreas centrais de Imbituba pode não perceber, mas a pobreza tem crescido de forma alarmante nas comunidades mais afastadas. Famílias vivendo em casas sem o mínimo de dignidade, crianças indo à escola mais pela merenda do que pelo aprendizado e pessoas sem alimento, sem gás e até mesmo sem abrigo mostram a dura realidade que contrasta com os novos prédios e carros do centro. A situação expõe a fragilidade da Secretaria Municipal de Assistência Social, que possui estrutura e programas federais, estaduais e municipais disponíveis, mas que parecem não chegar a quem realmente precisa. Programas como Bolsa Família, Vale Gás e Pé de Meia poderiam mudar a vida de muitas famílias, mas faltam informação, visitas e acolhimento efetivo. As agentes comunitárias têm observado a situação, mas a ação prática parece tímida diante da realidade. Não basta ter recursos; é preciso ir até a ponta, cadastrar, orientar e dar condições para que essas famílias saiam da miséria. O município, a gestão atual e até as anteriores precisam enfrentar esse problema com seriedade, com políticas de capacitação, assistência psicológica e integração ao mercado de trabalho. A pobreza em Imbituba não pode continuar invisível aos olhos do poder público.

SINAL AMARELO

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O desfile de 7 de Setembro na Avenida João Rimza foi um verdadeiro espetáculo: estrutura impecável, organização de primeira e uma condução elogiável por parte do atual Secretário de Educação. Mas, no meio de tanta beleza, um detalhe não passou despercebido – e não de forma positiva. A ausência de diversas autoridades e lideranças políticas foi comentada em cada esquina.

Alguns vereadores, secretários municipais, representantes estaduais simplesmente não apareceram. Num evento cívico tão importante para a cidade, esse vazio institucional chamou a atenção da população e acendeu a luz de alerta na classe política.

Há quem interprete como um sinal claro do crescente distanciamento entre Executivo e Legislativo, assunto que já venho abordando nesta coluna. Se o governo não reavaliar esse cenário, corre o risco de transformar datas simbólicas em palco para recados silenciosos, mas com impacto político enorme.

O desfile foi bonito, mas o ausentismo político deixou a pergunta no ar: o que está acontecendo nos bastidores do poder?

ESTADO

A política catarinense ferve. Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, deve se reunir com Jair Bolsonaro na próxima semana para bater o martelo sobre as duas vagas ao Senado. A primeira está praticamente garantida para Carlos Bolsonaro, decisão que já gera resistências no Estado. A segunda vaga, antes prometida à deputada federal Carol De Toni, virou campo minado. Valdemar defende que ela seja destinada ao PP, envolvendo Esperidião Amin, o que criou um racha dentro do PL e dor de cabeça para Jorginho Mello.

Enquanto isso, o PSD realizou um encontro de peso em Balneário Camboriú, com Kassab, Ratinho Júnior e João Rodrigues, que reafirmou sua pré-candidatura ao governo, desmentindo rumores de desistência. A presença de Topázio, prefeito de Florianópolis e aliado de Jorginho, chamou atenção.

Jorginho vive boa fase, alianças com MDB e Republicanos, mas o Senado virou peça estratégica. Com rumores de cassação de Jorge Seif, pode sobrar apenas essa vaga para negociar. Até lá, o jogo segue aberto e cheio de recados nos bastidores.

FEDERAL

Com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, confirmada na última quinta-feira, o tabuleiro político muda de figura. Sem Bolsonaro, a direita precisa reorganizar as peças e definir um nome competitivo para 2026. Hoje, cinco nomes disputam espaço: Romeu Zema, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado, Tarcísio Freitas e alguém da família Bolsonaro, possivelmente Michele ou um dos filhos.

O desafio é gigantesco. A direita terá que baixar a temperatura, fazer uma leitura política fria e sem impulsos, porque qualquer erro pode favorecer Lula, que é, até aqui, o único nome da esquerda. O presidente, mesmo enfrentando desgaste econômico, já está no jogo e costura alianças com partidos como PSB e MDB.

Baleia Rossi, do MDB, pode até levar o partido para Tarcísio, caso ele seja o escolhido. Mas, até lá, a direita precisa parar de brigar internamente e apresentar um projeto sólido. O relógio eleitoral não para, e a partir da próxima semana, as movimentações devem acelerar.

RAPIDAS

  • O pré-candidato ao governo do estado, Décio Lima do PT disse que buscará aliança com partidos de centro pra se tornar mais competitivo nas eleições de 2026.
  • O prefeito de Joinville Adriano Silva criticou a possível vinda de Carlos Bolsonaro para concorrer ao senado e se diz pressionado por seu partido NOVO a ser candidato ao governo em 2026.
  • O Ministério Publico de Santa Catarina pediu o afastamento imediato do secretario de planejamento de Camboriú. O MP alega que o Secretario é sócio de uma empresa que faz estudos de impacto de vizinhança e que há conflito de interesses.
  • Chamou atenção a operação LUMEN da Polícia Civil e TCE/SC no município de Gaspar que visa apurar o desvio de recursos públicos oriundos de contratos para aquisição de lâmpadas de led em 2022. O valor gasto foi de 10 milhões em lâmpadas.
  • Tic Tac é o que se fala quando algo esta pra acontecer, e tudo indica que vem algo pela frente que poderá abalar a politica no Estado e na Zimba, Tic Tac…

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