As condições desafiadoras do mar em Imbituba, com ondas volumosas, correnteza forte e pressão intensa, foram comparadas a picos clássicos do Havaí, como Haleiwa e Sunset Beach, por vários competidores. Surfistas acostumados a cenários assim levaram vantagem no primeiro dia de provas, como os locais de Saquarema Valentin Neves (BRA) e Rickson Falcão (BRA), além de Wiggolly Dantas (BRA), que usou sua experiência para avançar no segundo confronto.
“Eu estava ali dentro e pensava como parecia com Haleiwa. A correnteza exige muito fisicamente. Consegui uma boa onda no fim da bateria e garanti a classificação”, disse Wiggolly, que marcou 7,17, a segunda maior nota da quarta-feira.
O estreante Luigi Wengrover (BRA) brilhou ao vencer sua bateria, avançando junto com o argentino Nacho Gundesen (ARG). “Quando anunciaram o resultado, nem acreditei. É meu primeiro QS e que evento gigante!”, comemorou Wengrover, destacando que as ondas volumosas se encaixaram perfeitamente ao seu surfe.
As transmissões ao vivo pelo portal Terra ampliaram o alcance do QS 4.000, permitindo que fãs em todo o Brasil acompanhassem o evento. O ex-top e comentarista da WSL, Renan Rocha, trouxe histórias do surfe brasileiro, do legado das décadas de 70 e 80 até o título mundial de Yago Dora (BRA) em 2025. Além disso, o público pôde conhecer a estrutura do evento, que ofereceu suporte completo aos atletas, incluindo fisioterapia, assistência médica e espaço de descanso.











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